Categoria: projeto Publicado em Quarta, 02 Março 2011 22:45 Escrito por Os Satyros
O espetáculo utiliza recursos multimídia, internet e telefonia, e recupera características das "extravaganzas" vitorianas e dos cabarés alemães dos anos 1920, com liberdade de formas e estilos, estruturas fragmentadas de cenas e elementos do burlesco, da pantomima, da revista e do show de variedades.
Direção: Rodolfo Gracía Vázquez
Assistente de direção: Esther Antunes
Elenco: Ivam Cabral, Gustavo Ferreira, Phedra de Córdoba, Cléo de Páris, Andressa Cabral, Marta Baião, Henrique Mello, Fábio Penna, Júlia Bobrow, Robson Catalunha e José Alessandro Sampaio e a participação especial de Leo Moreira Sá.
Dramaturgia: Maria Shu
Figurino: Daíse Neves
Adereços: Daíse Neves e Milton Fucci
Cenário: Marcelo Maffei
Iluminação: Rodolfo García Vázquez e Leo Moreira Sá
Sonoplastia: Ivam Cabral
Apoio coreográfico: Kátia Kalsavara
Fotografia, identidade visual e video: Rodrigo Meneghello
Assessoria tecnológica: Gustavo Minghetti
Adereços eletrotecnológicos: Carlos Orelha
Consultoria digital: Daniel Guth, Julia Bobrow, Robson Catalunha e Bob Wei
Criação de Hotsite: Bob Wei (ChinArt)
Operador de som: Elder Nunes
Operador de luz: Leo Moreira Sá
Preparação vocal: Gerson de Souza
Captação de imagens documentais: Robson Catalunha e Lívia Bohnsacq
Edição de imagens documentais: Roberto Reiniger
Produção: Thadeo Ibarra
Coordenação de Assessoria de imprensa: Robson Catalunha
Assessoria de imprensa: Idearia - comunicação e criação de conteúdo
Estreia digital: 27 de setembro de 2011
Estreia física: 20 de Outubro de 2011
Twitter: @os_satyros
Facebook: Os Satyros
Dias: Quintas, sextas e sábados às 21h
Local: Satyros 1 – Praça Franklin Roosevelt, 214
Valor: R$20,00 (inteira)
Lotação: 50 lugares
Informações: (11) 3258.6345
Última atualização em Terça, 27 Setembro 2011 05:06
Acessos: 1129
Categoria: textos Publicado em Segunda, 26 Setembro 2011 05:31 Escrito por Os Satyros

Mastectomia: R$12.000,00
Produção: R$2.000,00
Impostos & Encargos: R$1.000,00
Última atualização em Quinta, 05 Abril 2012 00:10
Acessos: 1271
Categoria: textos Publicado em Domingo, 25 Setembro 2011 21:25 Escrito por Rodolfo García Vázquez
Pesquisas de grandes multinacionais de computação já indicam que as crianças de hoje sabem brincar melhor com videogames do que andar de bicicleta. Aliás, essas crianças apresentam uma dificuldade muito maior do que gerações anteriores em distinguir a diferença entre o mundo real e o virtual. A utilização dos celulares por esses jovens encontra-se, portanto, em um novo lugar do humano, que também é um outro lugar teatral: eles não são um signo teatral tradicional como um adereço; ao contrário, fazem parte da própria identidade social destes jovens, participando do cotidiano do ator-adolescente e de sua forma de se comunicar com o mundo. São próteses tecnológicas de uma humanidade cibernética. Os antropólogos ciborgues, como Amber Case, diriam que vivemos na condição ciborgue toda vez que agimos através de aparatos tecnológicos como celulares, carros e laptops. Tanto os espectadores quanto os artistas do novo teatro estarão, portanto, marcados pelo espírito ciborgue.